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“O Efeito Silencioso do Zinco: Quando a Falta de um Mineral Específico Prejudica a Memória e o Raciocínio Lógico”

Por: Daliane Oliveira
Psicopedagoga e Cientista — Uma Sherlock Holmes da Aprendizagem

Olá Colegas hoje vamos continuar aprendendo sobre o 2º Eixo: Alimentação do Protocolo Homes Oliver – desenvolvido por mim Pp. Daliane Oliveira após 20 anos de estudos, pesquisas e muita dedicação com aplicação na prática com Crianças e Adolescentes na África do Sul/Kênia e vários estados do Brasil. Vou compartilhar com vocês minhas experiências e um modo eficiente de identificar, Avaliar e Intervir em nossas analises profissionais. Vamos nessa 🙂


O Mistério Chega ao Consultório

Quando Clara, 10 anos, entrou no meu consultório, sua mãe trazia uma queixa que já se tornara cansativa de ouvir: “Ela não consegue aprender. A gente estuda, repassa a matéria, e no dia seguinte parece que nunca viu aquilo na vida.”

A menina, de olhos vivos e cabelos castanhos, sentou-se ao lado da mãe e observou a sala com curiosidade. Não parecia desatenta, nem agitada. Pelo contrário, parecia presente, interessada. Mas algo nela me chamou atenção: pequenas manchas brancas nas unhas, uma ferida no canto da boca que não cicatrizava, e uma palidez que não era a mesma da anemia que eu já conhecia.

“A escola diz que ela tem dificuldade de aprendizado”, continuou a mãe. “Já pensamos em dislexia, porque ela troca letras às vezes. Já pensamos em TDAH, porque ela se distrai. Mas nenhum diagnóstico fecha. A psicopedagoga anterior disse que ela tem ‘lentidão cognitiva’.”

Lentidão cognitiva. Um rótulo vazio que não explicava nada.

Comecei minha investigação pelo básico: a alimentação.

“Ela come bem, viu? Arroz, feijão, carne…”, a mãe listou, mas hesitou. “Só que ela não gosta muito de carne. Come um pedacinho ou outro. Prefere macarrão, pão, essas coisas. Fruta? Algumas. Verdura? Só se for bem escondida.”

O padrão começava a se desenhar: uma dieta rica em carboidratos, pobre em proteína animal. E um detalhe importante: Clara era vegetariana por escolha própria há dois anos, e a família, sem orientação, substituía a carne por massas e queijos.

Meu faro de detetive acendeu um alerta específico: zinco.


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A Investigação: O Mineral Esquecido

Sugeri à mãe que fizéssemos exames específicos: zinco sérico, cobre (porque zinco e cobre competem pela absorção) e ferritina (para não deixar pontas soltas).

O resultado chegou e confirmou minha hipótese:

  • Zinco sérico: 58 mcg/dL (referência: 70-120 mcg/dL)
  • Cobre: normal
  • Ferritina: 28 ng/mL (no limite inferior, mas não crítico)

Clara tinha deficiência de zinco. Um mineral pouco comentado, raramente investigado, mas absolutamente essencial para o funcionamento cerebral.

Mas o que o zinco tem a ver com a memória e a aprendizagem de Clara?


A Ciência por Trás do Mistério: O Zinco e o Cérebro

Vamos colocar os óculos de cientista e entender o papel desse mineral fascinante.

O Zinco no Cérebro: Muito Além do que se Imagina

O zinco é um mineral essencial que desempenha funções críticas no sistema nervoso central. No cérebro adulto, o zinco está presente em altas concentrações, comparável ao ferro, e é particularmente abundante em regiões específicas .

Onde o zinco age no cérebro:

  1. Hipocampo: Esta é a região mais importante para a memória e aprendizagem. O hipocampo é rico em terminações nervosas que contêm zinco em vesículas sinápticas, prontas para serem liberadas durante a comunicação entre neurônios . O zinco no hipocampo está diretamente envolvido na formação de novas memórias.
  2. Córtex cerebral: O zinco participa da neurotransmissão, modulando a atividade de receptores importantes para a atenção e o processamento de informações.
  3. Retina: A camada coroide da retina, uma extensão do cérebro, também contém altas concentrações de zinco, essenciais para a percepção visual .

As Funções do Zinco na Aprendizagem

O zinco participa de processos fundamentais para o funcionamento cognitivo:

FunçãoMecanismoConsequência da Deficiência
Plasticidade sinápticaO zinco modula receptores NMDA e GABA, essenciais para a formação de memórias Dificuldade de aprender e reter informações
NeurogêneseParticipa da formação de novos neurônios durante o desenvolvimento Atraso no desenvolvimento cognitivo
Síntese de DNA e RNANecessário para a produção de proteínas e material genético nas células nervosas Prejuízo na manutenção e reparo neuronal
MielinizaçãoAuxilia na formação da bainha de mielina que acelera a transmissão nervosaLentidão no processamento de informações
Modulação sinápticaAtua como neurotransmissor em certas vias neuronaisPrejuízo na comunicação entre neurônios

Um estudo clássico de 1982, publicado na Biological Psychiatry, já alertava: a deficiência de zinco durante o desenvolvimento cerebral está associada a prejuízos na síntese de DNA, RNA e proteínas, afetando diretamente a capacidade de aprendizagem .

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O Estudo Revolucionário de 1989

Em 1989, um estudo publicado no British Medical Journal (BMJ) fez uma descoberta surpreendente: crianças com dislexia apresentavam níveis significativamente mais baixos de zinco no suor em comparação com crianças sem dislexia (p < 0,0001), embora os níveis séricos estivessem na faixa baixa da normalidade .

A pesquisadora Dra. Ellen Grant e sua equipe também encontraram níveis mais elevados de metais tóxicos (chumbo, cádmio) no cabelo dessas crianças, sugerindo que a deficiência de zinco permite o acúmulo de metais pesados que prejudicam ainda mais a função cerebral .

Este estudo foi ignorado por grande parte da comunidade educacional e psicológica, que preferiu focar em abordagens genéticas e neuroimagem, enquanto deixava de lado deficiências nutricionais tratáveis .


O Disfarce: Como a Deficiência de Zinco Imita Transtornos

A deficiência de zinco é uma mestra do disfarce. Seus sintomas se sobrepõem perfeitamente aos de vários transtornos do neurodesenvolvimento.

Sintomas Cognitivos e Comportamentais da Deficiência de Zinco

De acordo com a literatura científica, crianças com deficiência de zinco podem apresentar :

SintomaComo se ManifestaCom o que é Confundido
Memória prejudicadaEsquece o que estudou, dificuldade em reter conteúdosDislexia, dificuldade específica de aprendizagem
Atenção reduzidaDistrai-se facilmente, não consegue manter focoTDAH
Lentidão cognitivaProcessa informações devagar, demora para responderDeficiência intelectual, lentidão cognitiva
IrritabilidadeFica facilmente irritado, frustrado com tarefasTranstorno desafiador, Transtorno de humor
ApatiaParece desinteressado, “desligado”Depressão, falta de motivação
Comportamento hiperativoAgitação motora, dificuldade de ficar paradoTDAH, hiperatividade
Dificuldade de raciocínio lógicoNão consegue fazer conexões, entender conceitos abstratosDeficiência intelectual

O Mecanismo: Por Que Isso Acontece?

A deficiência de zinco afeta o cérebro de várias maneiras:

  1. Alteração na neurotransmissão: O zinco modula a liberação de neurotransmissores como glutamato e GABA. Sem zinco, o equilíbrio entre excitação e inibição neuronal é perdido, afetando atenção e memória .
  2. Estresse oxidativo: O zinco é antioxidante. Sua falta expõe os neurônios a danos oxidativos, prejudicando sua função.
  3. Prejuízo na plasticidade sináptica: A formação de memórias de longo prazo depende da plasticidade sináptica, processo que requer zinco .

A Conexão com Dislexia e TDAH

Estudos observacionais sugerem associação entre deficiência de zinco e pior funcionamento cognitivo . Crianças com deficiência de zinco podem apresentar:

  • Troca de letras na leitura e escrita (confundido com dislexia)
  • Dificuldade de concentração (confundido com TDAH)
  • Problemas de processamento visual (o zinco é essencial para a visão de cores e adaptação ao escuro) 

Uma meta-análise de 2021, publicada na revista Medicina, encontrou efeitos positivos do zinco no desempenho escolar em disciplinas como Inglês, Geografia e Artes, com tamanhos de efeito significativos .


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O Caso de Clara: A Reviravolta

Com o diagnóstico de deficiência de zinco, encaminhei Clara a uma nutróloga. O tratamento foi simples:

  1. Suplementação de zinco: 15 mg de zinco elementar por dia (na forma de quelato, para melhor absorção), após o almoço, longe de refeições ricas em cálcio .
  2. Orientação dietética: Inclusão de alimentos ricos em zinco: carne vermelha magra, fígado (mesmo que ela relutasse), ovos, leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico), castanhas e sementes .
  3. Ajuste na alimentação: Redução do consumo de queijos e leite nas refeições principais, pois o cálcio compete com o zinco pela absorção .
  4. Acompanhamento: Repetir exames após 3 meses.

Dois meses depois, a mãe de Clara me enviou uma mensagem:

“Não acredito no que estou vendo. Minha filha está lendo com muito mais fluência. Ela mesma percebeu: ‘Mãe, antes eu lia e não entendia nada, agora parece que as palavras fazem sentido’. A professora disse que ela está participando mais nas aulas. Era só zinco?”

Não, não era “só zinco”. Era um cérebro que finalmente recebia o nutriente necessário para funcionar. Era uma criança que, por dois anos, foi rotulada como tendo “dificuldade de aprendizagem” e “lentidão cognitiva”, quando na verdade seu cérebro estava faminto por um mineral específico.


Por que isso é Ignorado?

A Dra. Ellen Grant, em sua carta ao BMJ, levanta uma questão importante: por que psicólogos e educadores ignoram anormalidades bioquímicas tratáveis na dislexia e em outros transtornos? 

Ela argumenta que o “estabelecimento da dislexia” prefere estudos genéticos e de neuroimagem, e várias intervenções “remediativas”, enquanto falha em diagnosticar e repor deficiências nutricionais essenciais .

É mais fácil rotular uma criança com um transtorno do que investigar sua alimentação. É mais rápido prescrever uma intervenção pedagógica do que solicitar exames de sangue. É mais confortável culpar o cérebro do que olhar para o prato.

Mas a ciência é clara: o zinco é essencial para o desenvolvimento cerebral, e sua deficiência pode prejudicar permanentemente a capacidade de aprendizagem se não for corrigida a tempo .


O Guia do Detetive: Como Investigar a Deficiência de Zinco

Para você, profissional ou pai/mãe que suspeita que a dificuldade de aprendizagem pode ter origem na falta de zinco, elaborei um guia prático.

1. Observe os Sinais Físicos (São Muitos!)

A deficiência de zinco deixa marcas no corpo. Observe se a criança apresenta :

  • Manchas brancas nas unhas (leuconíquia) – um sinal clássico
  • Feridas nos cantos da boca (queilite angular) que não cicatrizam
  • Queda de cabelo além do normal
  • Pele seca, áspera ou com dermatite
  • Cicatrização lenta de feridas
  • Infecções frequentes (o zinco é essencial para a imunidade)
  • Perda de apetite ou paladar alterado
  • Baixa estatura para a idade

2. Observe os Sinais Comportamentais e Cognitivos

  • Memória fraca: esquece conteúdos estudados rapidamente
  • Dificuldade de concentração: parece “no mundo da lua”
  • Irritabilidade: frustra-se facilmente com tarefas
  • Apatia: parece desinteressado, sem motivação
  • Dificuldade de raciocínio: não consegue fazer conexões lógicas
  • Agitação: não para quieto, mexe-se constantemente

3. Investigue a História Alimentar

Pergunte detalhadamente sobre a alimentação diária:

  • A criança come carne vermelha regularmente? (pelo menos 3-4x/semana)
  • Come fígado ou outras vísceras?
  • Consome frutos do mar, especialmente ostras? (fonte riquíssima de zinco)
  • Come ovos?
  • Consome leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico)?
  • Come oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas)?
  • É vegetariana ou vegana? (nesses casos, o risco é maior)

4. Atenção aos Fatores de Risco

  • Vegetarianismo/veganismo sem orientação adequada
  • Seletividade alimentar (crianças que comem poucos alimentos)
  • Doenças intestinais (Doença de Crohn, colite, diarreia crônica) – prejudicam absorção
  • Uso prolongado de medicamentos que interferem na absorção
  • Adolescência (período de crescimento acelerado aumenta a necessidade)
  • Gravidez na adolescência (a demanda é ainda maior)

5. Peça os Exames Certos

  • Zinco sérico: mede o zinco no sangue (mas atenção: níveis normais não excluem deficiência tecidual) 
  • Zinco eritrocitário: pode ser mais sensível
  • Cobre sérico: importante porque zinco e cobre competem; suplementar zinco sem monitorar cobre pode causar deficiência de cobre 

Importante: O estudo de Grant mostrou que crianças com dislexia tinham níveis séricos de zinco na faixa baixa da normalidade, mas deficiência severa no suor (que reflete melhor os tecidos) . Ou seja, exames de sangue podem não contar a história completa.

6. Trabalhe em Rede

O psicopedagogo não prescreve zinco, mas pode levantar a suspeita e encaminhar para o profissional certo: nutrólogo, pediatra ou endocrinologista.


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O Debate Científico: Nem Tudo é Consenso

É importante, como cientista, apresentar o quadro completo. A literatura sobre zinco e cognição não é unânime.

O Que Dizem as Revisões Sistemáticas

Uma meta-análise de 2015, publicada no European Journal of Clinical Nutrition, analisou 18 estudos e não encontrou efeito significativo geral da suplementação de zinco sobre a função cognitiva em crianças .

No entanto, os próprios autores reconhecem limitações importantes:

  • Heterogeneidade nos desenhos dos estudos
  • Poucos estudos puderam ser incluídos na meta-análise (apenas 6)
  • Houve “pequenos indicadores de melhora em aspectos da função executiva e desenvolvimento motor” 

Outra revisão, publicada no British Journal of Nutrition, conclui que as evidências em humanos são limitadas e controversas, mas estudos em animais mostram consistentemente que a deficiência de zinco durante períodos críticos do desenvolvimento afeta negativamente a memória e a capacidade de aprendizagem .

O Que Podemos Concluir?

  1. A deficiência grave de zinco certamente prejudica a função cognitiva.
  2. A deficiência marginal (como a de Clara) pode prejudicar, especialmente em crianças com outros fatores de risco.
  3. A suplementação em crianças já deficientes tende a melhorar a função cognitiva.
  4. A suplementação em crianças sem deficiência não parece trazer benefícios .

Ou seja: não se trata de suplementar todas as crianças, mas de identificar aquelas que têm deficiência e tratá-las adequadamente.


A Prevenção: Como Evitar que Outros Casos Passem Despercebidos

A deficiência de zinco é mais comum do que se imagina, especialmente em:

  • Crianças com dietas restritivas
  • Vegetarianos e veganos sem orientação
  • Crianças com seletividade alimentar
  • Adolescentes em estirão de crescimento
  • Populações de baixa renda com acesso limitado a proteína animal

A Organização Mundial da Saúde estima que a deficiência de zinco afete cerca de 17% da população mundial, com maior prevalência em países em desenvolvimento.

Alimentos Ricos em Zinco

Para prevenir a deficiência, inclua regularmente :

AlimentoTeor de Zinco (aproximado)
OstrasAltíssimo
Carne vermelha (patinho, coxão mole)Alto
FígadoAlto
Frango (sobrecoxa, coxa)Médio
OvosMédio
Feijão, lentilha, grão-de-bicoMédio (menos biodisponível)
Castanhas, nozes, amêndoasMédio
Sementes de abóboraMédio

Dica importante: O zinco de origem animal é mais biodisponível que o de origem vegetal, que contém fitatos que dificultam a absorção. Para vegetarianos, é importante aumentar a ingestão e utilizar técnicas como demolho e fermentação para reduzir fitatos.


A Conclusão do Caso

Clara passou dois anos sendo tratada como uma criança com “dificuldade de aprendizagem” e “lentidão cognitiva”. Sua família ouviu que talvez ela tivesse dislexia, talvez TDAH, talvez um transtorno não especificado.

Mas Clara não tinha nenhum desses transtornos. Clara tinha deficiência de zinco.

Seu cérebro não conseguia aprender porque o hipocampo, a central da memória, não tinha o mineral necessário para formar novas conexões. Sua atenção falhava porque a neurotransmissão estava comprometida. Sua leitura era lenta e cheia de erros porque o processamento visual dependia de um mineral que ela não ingeria.

Este caso nos ensina uma lição fundamental: antes de rotular uma criança com um transtorno de aprendizagem, investigue se seu cérebro tem os nutrientes mínimos para funcionar.

O zinco é apenas um dos muitos nutrientes que podem afetar a cognição. Mas é um dos mais negligenciados. Enquanto ferro e vitaminas do complexo B são mais conhecidos, o zinco permanece no esquecimento — e com ele, milhares de crianças que poderiam ter sua aprendizagem transformada com uma intervenção simples e acessível.

Como psicopedagoga e cientista, meu papel é desmascarar esses impostores. Porque atrás de cada criança chamada de “lenta” ou “desatenta” pode haver um cérebro pedindo socorro — um socorro que começa no prato e termina na sala de aula.


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Para Saber Mais: Referências Científicas

  • Grant, E. C., et al. (1989). Zinc deficiency in children with dyslexia: concentrations of zinc and other minerals in sweat and hair. British Medical Journal, 296, 607-609. 
  • Pfeiffer, C. C., & Braverman, E. R. (1982). Zinc, the brain and behavior. Biological Psychiatry, 17(4), 513-532. 
  • Black, M. M. (2025). Zinc deficiency and cognitive development. In: Encyclopedia of Human Nutrition. 
  • Bhatnagar, S., & Taneja, S. (2001). Zinc and cognitive development. British Journal of Nutrition, 85(S2), S139-S145. 
  • Warthon-Medina, M., et al. (2015). Zinc intake, status and indices of cognitive function in adults and children: a systematic review and meta-analysis. European Journal of Clinical Nutrition, 69(6), 649-661. 
  • Meli, A. M., et al. (2021). Effects of Physical Activity and Micronutrients on Cognitive Performance in Children: A Systematic Review and Meta-Analysis. Medicina

E você, já pensou quantos casos de “dificuldade de aprendizagem” podem ser, na verdade, gritos de um cérebro sem zinco? Compartilhe este post com outros detetives da aprendizagem e vamos espalhar essa investigação.

No próximo caso: “O Cérebro Inflamado: Como o Consumo Excessivo de Açúcar e Ultraprocessados Pode Mimetizar Sintomas de Ansiedade e Déficit de Atenção”

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