Exemplos de Intervenção para a Dislexia

Pessoas que apresentam dislexia podem necessitar de intervenção específica numa ou mais áreas, uma vez que constituem um grupo com uma grande variação de características e por apresentarem perfis heterogêneos. 

As áreas de intervenção variam também com a faixa etária em que se encontra cada indivíduo, pois em idades mais precoces poderá ser essencial trabalhar a consciência fonológica e a descodificação da leitura, ao passo que em idades mais avançadas já será mais relevante trabalhar aspectos como a compreensão e as competências de estudos.

Para realizar uma intervenção eficaz deve se levar em consideração as necessidades e características de cada indivíduo, e ainda valorizar o trabalho em equipe com a escola e a família, bem como assentar na utilização de estratégias consideradas eficazes, tais como fazer avaliações frequentes para monitorização dos progressos, promover a aquisição de estratégias cognitivas úteis e proporcionar várias oportunidades de prática, para treinamento.

A intervenção com crianças que apresentam o quadro de dislexia podem começar, com a formação especifica dos educadores, no que se refere a saberes do campo da psicopedagogia, da didática e da pedagogia especial.

A intervenção psicopedagógica, antes de ser aplicada deve ser planejada, assim como todo trabalho. Faz parte da intervenção psicopedagógica estratégias e metodologias próprias para cada caso e para cada pessoa. No caso dos disléxicos não é diferente, o psicopedagogo deve planejar meios pelos quais ele irá promover a aprendizagem do aluno.

Como o profissional deve atuar nesse caso?

“Deve ser um estimulador do prazer de aprender, um alquimista em fazer o aluno/aprendente enxergar o “contexto“ e o “sentido” e, um especialista em despertar a autoestima”. (Frederic Litto)

O papel do psicopedagogo é atuar, focando sempre a aprendizagem do aluno e não o problema dele, talvez este seja o erro das instituições de ensino ao tentar intervir nos problemas dos seus alunos. A psicopedagogia educacional objetiva que todos profissionais de educação, considerando diretores, professores e coordenadores pedagógicos repensem o papel da escola frente às dificuldades da criança e os vários fatores envolvidos numa situação de aprendizagem.

Segundo Capretz (2012) a melhor maneira de se trabalhar com um disléxico é explorando a aprendizagem multissensorial com o lúdico, ou seja, utilizando outros canais que não sejam a visão, como por exemplo, caminhar com a criança sobre uma letra, deixá-la interagir com a caixa tátil, fazer gelatina na forma das letras, fazer uma sopa de letras, vendar a criança para ela tentar descobrir com o dedo a forma de alguma letra ou palavra, colar barbante ou feijão em cima da letra etc.

De acordo com Gonçalves (2005), grande parte da intervenção psicopedagógica estará em buscar os talentos do disléxico, afinal os fracassos, sem dúvida, eles já os conhece bem.

Outra tarefa que pode ser realizada pelos profissionais é a aplicação de:

  • Jogos;
  • Leituras compartilhadas;
  • Atividades específicas para desenvolver a escrita e habilidades de leitura e memória.

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  • Desenvolver a lateralidade e orientação espacial nos aprendentes/pacientes;
  • Desenvolver a memória visual;
  • Ajudar na leitura e escrita;
  • Ajudar na compreensão dentre um vasto leque de opções.
Veja algumas sugestões de exercícios que separamos para você utilizar com seus alunos/aprendentes:

Caça-palavras, forca e palavra-cruzada permanecem eficazes para se trabalhar a habilidade das pessoas e ajudá-las a diminuir os efeitos da dislexia em suas vidas.

Dificuldade de concentração, palavras escritas de formas estranhas, dificuldade de soletrar e trocar de letras com sons ou grafias parecidas são alguns sinais de dislexia, por isso é importante aplicar atividades para identificar as letras, suas semelhanças e/ou diferenças.

Procurar sílabas e identificá-las na busca de formar a palavra correta, treinando as habilidades que são essenciais para o desenvolvimento do disléxico.

Realizar atividades que proporcionem o reconhecimento dos sons das letras é fundamental para compreender como as palavras devem ser escritas.

Para ler eficazmente a pessoa com dislexia precisa prestar atenção a todas as letras de uma palavra, a fim de conectá-las aos sons que ouve quando esta é pronunciada, e assim, decodificá-la. A mesma deve desenvolver a consciência fonológica para poder aprender o princípio alfabético, a correspondência grafema-fonema.

O processo de leitura requer sistemas sensoriais e motores básicos como componentes ortográficos, fonológicos, semânticos

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